segunda-feira, 2 de novembro de 2009

VINDE A MIM TODOS


Cabemos todos no Coração de Cristo.

Ele pensa em cada um de nós mais do que a mãe no seu filho único.

O Bom Pastor a todos chama, a todos busca, por todos dá a vida.

Jesus diz; aprendei de Mim... (Mt, 11-29)

Cristo é o Modelo que devemos seguir. Dá-nos exemplo de todas as virtudes. Corrigir-se dos efeitos é uma carga demasiado pessada quando entregues a nós próprios. mas tendo que a Sua carga é leve. Deus fes-Se homem e viveu como nós para que nós pudessemos salvar-nos imitando a sua maneira de viver. A nossa vida só tem sentido quando seguimos Cristo.

Cristo é o Mestre de toda a virtude. Duas virtudes há, porém, a que atribui particular importância: a mansidão e a humildade. E devemos sentir a necessidade de Deus, sujeitando-nos humildemente à Sua Vontade. Deus põe ao nosso alcance os meios para construir o nosso destino. Somente assim se ama Deus e se mantém o coração em paz.

domingo, 1 de novembro de 2009

Difusor universal da Mensagem de Fátima

Um dos “grandes arautos” da Mensagem de Fátima. Foi assim que D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima, definiu o Pe. Luis Kondor. Na homilia das exéquias, o prelado de Leiria sublinhou que o antigo Vice-Postulador da Causa da Canonização dos Pastorinhos de Fátima promoveu a “difusão universal” com a publicação das “Memórias da Irmã Lúcia” e do “Boletim dos Pastorinhos” em várias línguas e através das suas viagens a vários países.

Aos pastorinhos dedicou “especial afecto, tomando a peito a causa da sua beatificação e canonização e difundindo a sua espiritualidade. Considerava a santidade dos pastorinhos como «um dos mais belos frutos da Mensagem de Fátima»” – afirmou. E acrescenta: o nosso Pe. Kondor fica indelevelmente ligado à história de Fátima. E Fátima, pela voz do seu bispo e pela vossa presença, exprime-lhe hoje, de modo particular, toda a sua imensa gratidão, na hora da despedida”.As celebrações fúnebres decorreram na Igreja da Santíssima Trindade, em Fátima, com a presença de muitos sacerdotes.

Na homilia, D. António Marto recordou alguns diálogos recentes com o Pe. Luis Kondor. “Confidenciou-me: Quero viver este sofrimento como oferta de reparação tal como os pastorinhos”. E numa outra vez perguntou-me: “que posso ainda fazer, assim, pela Diocese”? Ao que eu lhe respondi: “Ofereça o seu sofrimento pelo dom das vocações sacerdotais de que a Diocese tanto precisa”. “Sim, sim”, foi a sua resposta serena, como quem se sente em paz”.

Até ao fim, manifestou o seu profundo amor pela Igreja. Neste momento, “é nosso dever reconhecê-lo como um grande benfeitor da Diocese de Leiria-Fátima e da Igreja em Portugal” E finaliza: “Com os seus vastos contactos internacionais conseguiu grandes ajudas para muitas dioceses, paróquias, seminários, mosteiros e causas sociais. A Igreja em Portugal fica-lhe muito grata e não o esquecerá.

Nacional Luís Filipe Santos 2009-10-30 13:29:56 2431 Caracteres Pastorinhos de Fátima, Santuário de Fátima

Um arauto da Mensagem de Fátima

Homilia de D. António Marto nas celebração das exéquias do Pe. Luis Kondor

Estamos aqui recolhidos para celebrar a Santa Missa de sufrágio e despedida pelo nosso querido irmão P. Luís Kondor, sacerdote da Congregação do Verbo Divino, radicado em Fátima há cinquenta e cinco anos, conhecido em toda a parte como Vice-Postulador da Causa da Canonização dos Pastorinhos.Somos muitos hoje a viver este momento e esta experiência de fé. Nós, aqui presentes, e muitos outros de longe manifestaram as suas condolências à Congregação e à Diocese, declararam a sua estima, asseguraram a sua oração. Quero deixar aqui expresso o meu agradecimento à Congregação do Verbo Divino, aos médicos e a toda a equipa do secretariado da Vice-Postulação, que o assistiram com tanta dedicação na fase do seu sofrimento.No sacramento do Corpo e Sangue do Senhor, que celebramos, está presente e unida a Cristo Sacerdote toda a vida e toda a missão do P. Kondor. Queremos assim confiá-lo ao Senhor, em grande acção de graças pelo dom do seu sacerdócio exercido ao longo de cinquenta e seis anos, deixando-nos iluminar pela Palavra de Deus.

1. Arauto da Mensagem de Graça e Misericórdia através do mundoNo Evangelho ouvimos o grande poema do Magnificat, que brotou dos lábios e do coração de Maria, inspirada pelo Espírito Santo.Começa com a palavra Magnificat: a minha alma “engrandece” o Senhor, isto é, proclama a grandeza do Senhor. Maria deseja que Deus seja grande no mundo, grande na sua vida, presente e grande no meio de todos nós. Ela sabe que se Deus é grande, também nós somos grandes; Ele faz em nós maravilhas de graça. A nossa vida não é oprimida, mas antes elevada e dilatada: torna-se grande na beleza e grandeza do Amor, da Bondade e da Misericórdia de Deus. Só se Deus é grande, também o homem é grande!Mas quando Deus é esquecido ou marginalizado, o homem não se torna mais grande. Ao contrário, perde o sentido da sua própria dignidade divina, perde o esplendor de Deus sobre o seu rosto e pode ser marginalizado, usado e abusado, ferido e oprimido na sua dignidade, como nos confirmam os mais trágicos acontecimentos do século XX e outros deste nosso tempo.No poema do Magnificat, Maria, guardando e meditando os acontecimentos da própria existência, descobre neles, de modo cada vez mais profundo, o misterioso desígnio de Deus para a salvação do mundo. Proclama a Sua grande Misericórdia que se estende de geração em geração.Nas Aparições em Fátima, Nossa Senhora fez ecoar, de novo, precisamente esta mensagem do Magnificat para a humanidade do século XX, em risco de afundar-se no abismo infernal da autodestruição, e para a Igreja ferozmente perseguida para ser aniquilada.Foi esta beleza e grandeza da graça e da misericórdia de Deus que fascinou os pequenos videntes, os pastorinhos, e os atraiu para o caminho da santidade.

Foi esta mensagem que o P. Kondor, vindo do Leste, percebeu, com particular acuidade, na sua relevância e urgência para a Igreja, para o mundo e para a vida cristã. Por isso se tornou um dos grandes arautos da Mensagem, com uma íntima, profunda e total dedicação. Promoveu a sua difusão universal com a publicação das “Memórias da Irmã Lúcia” e do “Boletim dos Pastorinhos” em várias línguas e através das suas viagens a vários países.

Aos pastorinhos dedicou especial afecto, tomando a peito a causa da sua beatificação e canonização e difundindo a sua espiritualidade. Considerava a santidade dos pastorinhos como “um dos mais belos frutos da Mensagem de Fátima”.

O nosso caro P. Kondor fica indelevelmente ligado à história de Fátima. E Fátima, pela voz do seu bispo e pela vossa presença, exprime-lhe hoje, de modo particular, toda a sua imensa gratidão, na hora da despedida.

2. O Amor ao Coração Imaculado de Maria e à IgrejaA página do Apocalipse, que escutámos na primeira leitura, ilumina um outro aspecto da Mensagem de Fátima.O vidente do livro do Apocalipse oferece à nossa meditação o drama da história, sob a figura simbólica da luta entre o dragão sanguinário e a mulher indefesa.

O dragão é a representação impressionante e inquietante de todos os poderes da violência do mundo. Parecem invencíveis! Mas a figura da “mulher vestida de sol e coroada de doze estrelas”, indefesa e vulnerável, que é a Igreja e que é Maria rodeada por toda a Igreja (simbolizada nas doze estrelas), diz-nos que esses poderes não são invencíveis. Porque a misericórdia de Deus é mais forte que o poder do mal, vence o amor e não o ódio; e por fim vence a paz.

O que parece impossível aos homens é possível a Deus.Também em Fátima, Nossa Senhora trouxe à humanidade em guerra e à Igreja esta mesma mensagem de conforto, de consolação e de esperança, com a linguagem do seu Coração Imaculado de Mãe que sente as dores dos filhos: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”! Como quem diz: tende coragem, tende confiança; no fim vencerão o Amor e a Paz!Mas, ao mesmo tempo convida-nos a colaborar nesta tarefa através da “reparação” pelo(s) pecado(s) do mundo, através da oração, da adoração, da penitência. È um convite a entrar no Oceano do Amor divino como resistência e não capitulação à banalidade e fatalidade do mal; a assumir a nossa responsabilidade no serviço à vitória do amor, do bem e da paz; a transformar o mundo começando por nós mesmos.Assim o entendeu o nosso caro P. Kondor, devoto profundo do Coração Imaculado de Maria.

Para ele, a “reparação” constituía o núcleo da Mensagem da Senhora. Deixou pronto um livro sobre o tema, para publicação póstuma, onde escreve: “Consagração (ao Coração Imaculado de Maria), reparação e santificação são expressões que significam a mesma coisa e devem ser realizadas, necessariamente, em profunda comunhão e harmonia com a totalidade da pessoa humana”.Era algo que ele mesmo vivia. Numa visita que lhe fiz na fase final da doença confidenciou-me: “Quero viver este sofrimento como oferta de reparação tal como os pastorinhos”.

E numa outra vez perguntou-me: “que posso ainda fazer, assim, pela Diocese”? Ao que eu lhe respondi: “Ofereça o seu sofrimento pelo dom das vocações sacerdotais de que a Diocese tanto precisa”. “Sim, sim”, foi a sua resposta serena, como quem se sente em paz.Até ao fim, manifestou o seu profundo amor pela Igreja. Neste momento, é nosso dever reconhecê-lo como um grande benfeitor da Diocese de Leiria-Fátima e da Igreja em Portugal.

Com os seus vastos contactos internacionais conseguiu grandes ajudas para muitas dioceses, paróquias, seminários, mosteiros e causas sociais. A Igreja em Portugal fica-lhe muito grata e não o esquecerá.

3.Na companhia gozosa de Nossa Senhora e dos PastorinhosFinalmente, no texto da primeira Carta aos Coríntios, um grande mistério de amor é proposto à nossa contemplação: Cristo vence a morte com o seu amor! Só o amor nos faz entrar no Reino da Vida definitiva e plena. Recorda-nos que quem vive e morre no amor de Deus e do próximo será transfigurado à imagem do Corpo glorioso de Cristo ressuscitado.

Compreendemos que o nosso morrer não é o fim, mas o ingresso na Vida que não conhece mais a morte, nem o luto, nem a dor.Com este olhar de fé e de esperança vemos agora o nosso P. Kondor: vivo para sempre no coração beatificante de Deus, na plena comunhão dos santos, contemplando e saboreando, na companhia gozosa de Nossa Senhora e dos pastorinhos, toda a beleza do Rosto e toda a riqueza do Amor misericordioso de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo!

D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima; 30 de Outubro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

DIA adalah CINTA

Tuhan
kau adalah CINTA
Semoga cintaMu membentuk aku
sesuai dengan rencana dan kehendakMu yang Kudus
Aku mencintaiMu
kini dan sepanjang masa

Thanks Lord



For the beauty of the earth,
For the glory of the skies.
For the wonder of each hour
Of the day and of the night,
Thanks Lord

terça-feira, 27 de outubro de 2009

SILÊNCIO...

O silêncio torna a acção mais fecunda; sempre compensa.Assim como a germinação da semente se faz sem o conhecimento do semeador, no segredo da terra, o pensamento opera-se nas profundezas do silêncio. Ele ajuda o controle dos pensamentos.Os actos e palavras brotam dos pensamentos, trabalhados no silêncio.

O silêncio é uma necessidade para o homem. Quem se dá, sem nunca se encher, acaba por se esvaziar.Calar-se é um exercício, é um domínio. Dominar a língua é uma força de domínio de si mesmo...Quem não é capaz de silêncio, desperdiça riquezas interiores.O silêncio é o lugar de planear a acção.O silêncio é condição para se conhecer.

“Fazer silêncio no meio do barulho; é questão de orar neste mundo actual.Não se irritar diante do barulho de outrem, mas fazer o seu espaço de silêncio”.(Frei Walter Hugo de Almeida)

Completou com estas palavras de Paulo VI, "A prática dos Exercícios constitui não somente uma pausa tonificante e revigorante para o espírito, no meio das dissipações da barulhenta vida moderna, mas também uma escola ainda hoje insubstituível para introduzir as almas numa maior intimidade com Deus, no amor à virtude e à ciência verdadeira da vida, como dom de Deus e como resposta ao seu chamado".

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

SENHOR, QUE EU VEJA!

Estava sentado à beira da caminho, mendigando, Bartimeu que era cego...Sabendo que era Jesus de Nazaré, começou a gritar: «Jesus, Filho de David, tem compaixão de mim! Jsus perguntou-lhe: Que queres que eu te faça? Mestre, respondeu-lhe o cego, que eu veja. (Mc, 10, 46)

Orar é dialogar entre dois. Se não prescindirmos daquilo que os outros irão dizer ou fazer, nunca aprenderemos a rezar nem em particular nem em comum. Quando se não sente grande vontade e surgem as dificuldades, é quando mais se deve esforçar-se por vencê-lo.
O Senhor fala ao coração. Temos um AMIGO que sabe o que nos acontece, e tudo pode e quer solucionar. Assim, é facil rezar. O conhecimento da própria nescessidade não conduz ao dasânimo mas à oração humilde e sincera. Senhor, que eu veja o TEU amor por mim, para ver o que devo fazer, que eu TE veja no próximo, que eu TE veja em mim própria...! (XXX, Domingo do Tempo Comum, 25-10-2009)