quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

God created the Heavens and the earth...



Everything has a purpose in life.
God created the Heavens and the earth to show us His Magnificence,
His Power and Majesty and to draw our attention to Him the Creator,
not to His Creation.
Unfortunately we neglect God,
turn away from His Presence
and live most of our lives for ourselves only [2 Chronicles 29:6].

He is Love...


It is as if by declaring the holiness of God, we can also become holy.

If we put our hands in water, we get wet; if we put them in fire we get burned, if we are in darkness and we come to the light, we can see. So if we come before the Presence of God in Praise and Worship, God reflects His Glory upon our souls and we experience a tremendous Peace in our hearts, we feel the joy of knowing that God is responding to our Love and we satisfy the yearning of our souls. As we come to God in our emptiness, He will replenish us with His riches, as we come to Him in our darkness, He will bathe us in His Light, as we come to Him in our sinfulness, He will cover us with His Grace.
We never come back from God empty handed because He is Love and Love is continuously burning like a fire [ Hebrews 12:29] reaching out with its flames of purity and perfection.
Blessed are those who put their trust in the Lord [Jeremiah 17:7]

Bless me, O Lord

Heavenly Father, Almighty God.
I humble myself before your Presence.
What a joy it is to come to you.
I thank you and I praise for your infinite Majesty,
Omnipotence and Perfections.
Please forgive me all my sins.
Lord I come to you in my nothingness.
I want to worship you and adore you,
to love you with all my heart,
with all my mind,
with all my soul and with all my strength.
I want to burn with desire for you like an angel.
I need you my Lord,
I am nothing without you.
I ask you to raise me before your Glory
.Shine your light upon me,
allow me to walk with you
and always do your Holy Will ,
protect me and bless me O Merciful Lord.
Fill me with your Holy Spirit,
grant me peace, love and joy.
Heal me,
bless me and sanctify me O Lord;
make me a blessing for all those around me.
Amen.

sábado, 28 de novembro de 2009

Beata Maria Helena Stollenwerk-Co-fundadora das Irmãs Missinárias Servas do Espírito Santo


No dia 28 de Novembro celebra-se a festa da Beata Maria Helena Stollenwerk. Helena nasceu no dia 28 de Novembro de 1852, numa aldeia do Eifel, na Alemanha. A sua infância foi marcada pela morte de seu pai e pelo cuidado com seus irmãos surdos-mudos. As leituras sobre as missões em países não evangelizados tocou Helena profundamente.
MISSIONÁRIA E FUNDADORA
Desde a infância, Maria Helena sente o chamamento para a missão e a sua felicidade consiste na realização desta aspiração. Para Helena, o essencial do seu chamamento é o aspecto missionário: ser enviada à China, para ali doar a vida.
Através da experiência de Deus, feita na primeira visita a Steyl, sente-se encorajada a procurar ali a realização do chamamento missionário. É o próprio Deus que lhe revela, por experiências interiores, guia-a sempre de novo e confirma-a no chamamento missionário. Nela se resume o carisma missionário e o da contemplação. Os diretores espirituais também reconhecem nela essa tendência contemplativa. Maria Helena procura aprofundar, cada vez mais, nas irmãs, o amor à vocação religiosa-missionária. Ela escreve às Irmãs: “Não deixemos de agradecer, nem em um só dia, do fundo do coração, pela grande graça de sermos irmãs missionárias. Alegrai-vos, porque Deus nos escolheu.”
Também entende a passagem à clausura como uma entrega para a missão.
Agora, em cada momento livre, quer levantar o coração e as mãos a Deus, para que Ele abençoe o trabalho das missionárias. Afirma, várias vezes, que ama a vocação missionária e que somente dá o passo para a clausura, porque reconhece nisso a vontade de Deus. A experiência de Deus em Helena é, intimamente relacionada com a experiência do chamamento missionário.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

OFERTA DA VIÚVA (LC. 21, 1-4)

A fala de Jesus sobre o gesto da viúva está em continuidade a sua denúncia sobre o templo, usado como instrumento de comércio e enriquecimento.A pobre viúva, como as multidões de empobrecidos que faziam sua peregrinação religiosa a Jerusalém, sacrificava-se tirando o necessário para viver, sendo assim explorada por aqueles que possuíam das abundâncias acumuladas no Tesouro do templo.Com a opção fundamental pelo serviço, Jesus nos inspira à prática amorosa da partilha e da solidariedade, na construção do mundo novo possível.

sábado, 21 de novembro de 2009

CRISTO REI DO UNIVERSO

Jo. 18,33b-37

Eu Sou Rei
Apesra de estar preso e abandonado pelos amigos afirma que é rei.

Sou Rei, mas não deste mundo.
Para que não haja confusões, afirma que não pretende poder, riquezas, armas.

Vim para dar testemunho da verdade.
Afirma que veio para anunciar um projecto novo de salvação para o mundo.

Aquele que é da verdade, escuta a minha voz.
Pertence ao seu reino todas as pessoas que buscam a verdade e a encontrem no seu Evangelho.

Cristo Rei no trono da cruz.
Não se dispersou de sacrifícios e trabalhos, não se furtou à humilhação e escárnio, não recusou fazer-se um de nós e, contudo, é Rei


sábado, 14 de novembro de 2009

ANO B, 33º DOMINGO DO TEMPO COMUM

EVANGELHO – Mc 13,24-32

A linguagem que Marcos vai utilizar para descrever a falência dos impérios que lutam contra Deus e contra os seus santos. Trata-se de uma linguagem tradicional que, no entanto, é perfeitamente perceptível para leitores de Marcos. No mundo grego, por exemplo, o sol e a lua (“Élios”, e “Selénê”) eram adorados como deuses; e, no mundo romano, o imperador identificava-se como “o sol”

A mensagem é evidente: está para acontecer uma viragem decisiva na história; a velha ordem religiosa e política, os poderes que se opõem a Deus e que perseguem os santos, irão ser derrubados, a fim de darem lugar a um mundo novo, construído de acordo com os critérios e os valores de Deus. Marcos não se refere, aqui, àquilo que nós costumamos chamar “o fim do mundo”; mas refere-se, genericamente, à vitória de Deus sobre o mal que oprime e escraviza aqueles que optaram por Deus e pelas suas propostas.

A queda desse mundo velho aparece associada à vinda do Filho do Homem (vers. 26). A imagem leva-nos a Dn 7,13-14, onde se anuncia a vinda de um “Filho do Homem” “sobre as nuvens do céu” para afirmar a sua soberania sobre “todos os povos, todas as nações e todas as línguas”. O “Filho do Homem, cheio de poder e de glória, que virá “reunir os seus eleitos” (vers. 27), não pode ser outro senão Jesus. Com esta imagem, Marcos assegura aos crentes o triunfo definitivo de Cristo sobre os poderes opressores e a libertação daqueles que, apesar das perseguições, continuaram a percorrer com fidelidade os caminhos de Deus.

A mensagem proposta por Marcos aos seus leitores é clara: espera-vos um caminho marcado pelo sofrimento e pela perseguição; no entanto, não vos deixeis afundar no desespero porque Jesus vem. Com a sua vinda gloriosa (de ontem, de hoje, de amanhã), cessará a escravidão insuportável que vos impede de conhecer a vida em plenitude e nascerá um mundo novo, de alegria e de felicidade plenas. O quadro destina-se, portanto, não a amedrontar, mas a abrir os corações à esperança: quando Jesus vier com a sua autoridade soberana, o mundo velho do egoísmo e da escravidão cairá e surgirá o dia novo da salvação/libertação sem fim.

Na segunda parte do nosso texto (vers. 28-32), Jesus responde à questão posta pelos discípulos em Mc 13,4: “Diz-nos quando tudo isto acontecerá e qual o sinal de que tudo está para acabar”.
Para Jesus, mais importante do que definir o tempo exacto da queda do mundo velho é ter confiança na chegada do mundo novo e estar atento aos sinais que o anunciam. O aparecimento nas figueiras de novos ramos e de novas folhas acontece, sem falhas, cada ano e anuncia ao agricultor a chegada do Verão e do tempo das colheitas (vers. 28-29); da mesma forma, os crentes são convidados a esperar, com confiança, a chegada do mundo novo e a perceber, nos sinais de desagregação do mundo velho, o anúncio de que o tempo da sua libertação está a chegar. Certos da vinda do Senhor, atentos aos sinais que O anunciam, os crentes podem preparar o seu coração para O acolher, para aceitar os desafios que Ele traz, para agarrar as oportunidades que Ele oferece.

Não há uma data marcada para o advento dessa nova realidade (vers. 32). De uma coisa, no entanto, os crentes podem estar certos: as palavras de Jesus não são uma bela teoria ou um piedoso desejo; mas são a garantia de que esse mundo novo, de vida plena e de felicidade sem fim, irá surgir (vers. 31).

• Os cristãos, convictos de que Deus tem um projecto de vida para o mundo, têm de ser testemunhas da esperança. Esse Deus que não abandona os homens na sua caminhada histórica vem continuamente ao nosso encontro para nos apresentar os seus desafios, para nos fazer entender os seus projectos, para nos indicar os caminhos que Ele nos chama a percorrer. Da nossa parte, precisamos de estar atentos à sua proximidade e reconhecê-l’O nos sinais da história, no rosto dos irmãos, nos apelos dos que sofrem e que buscam a libertação. O cristão não pode fechar-se no seu canto e ignorar Deus, os seus apelos e os seus projectos; mas tem de estar atento e de notar os sinais através dos quais Deus Se dirige aos homens e lhes aponta o caminho do mundo novo.